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Meu Perfil BRASIL, Nordeste, RIO LARGO, Rua Dr Emilio De Maia 191, Mulher, de 15 a 19 anos, English, Música, Informática e Internet, Cinema,Sair com os Amigos. MSN - Danielly_Lavigne191@hotmail.com
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My World

Solidão é espaço vago no coração, não tem fundo, nos afunda no abismo da escuridão, é vazio cheio de despeito, um buraco no peito, um deserto de amplidão.
Solidão é um silêncio medonho, do tamanho do próprio ser, que enche a alma muitas vezes sem um porquê.
Solidão é como um barco naufragado, sem um porto para ancorar, que vagueia sem rumo, perdido em alto mar.
Solidão é caminhar conversando com própria sombra refletida, e na loucura de cada passo saber que esta sombra tem vida.
Solidão é chuva fina em dias de frio, é observar da vidraça os pingos caindo até se formarem um rio.
Solidão não tem chão, não tem fundo, é buraco profundo criado no coração.
Solidão é flor sem perfume, céu sem mar, mar sem ondas, noite sem luar, é rastro desmanchado pelo vento de um pássaro que já não pode mais voar.
Escrito por Danielly Medeiros às 22h58
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Beijei os lábios da noite Sentenciando minha pena e como testemunha eu tinha somente as estrelas.
Lábios que profanaram em beijos que me ardiam sem dizer nenhuma palavra apenas me possuíam.
Naquela noite eu sabia que os beijos da noite eram passageiros como a luz do dia
Eram lábios vagos na escuridão covardes e arredios que beijavam e traiam sem pedirem perdão.
Lábios traiçoeiros, eu já sabia que me negarias como um Judas antes que clareasse o dia.
Escrito por Danielly Medeiros às 22h42
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Saudade aprisionada neste peito tão cansado Setes chaves não te libertam e te condenam ao passado.
Neste canto onde choras ninguém sabe Ninguém vê Não tem preces, nem promessas que te façam esquecer.
Saudade aprisionada, nesta cela do meu ser! As recordações te deram vida eterna e jamais irás morrer.
Escrito por Danielly Medeiros às 22h32
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Não temo mais... os fantasmas que me perseguem. Eles já fazem parte das minhas noite e tardes. Convivem comigo em meu cárcere. Fazem-me companhia em dias de nuvens negras onde o sol não brilha.
Na lama, onde atolo minhas poesias, escureço meu olhar, perco minha alegria, confesso em meus versos as tristezas dos meus dias
Não temo mais ao confrontar-me comigo, já me vejo no espelho como assombração admito... ser um ser abatido, meio sem cor, pálido e ferido.
Vou ficando fria... sem emoções..neste meu vazio. No oco do meu mundo vou desfilando letras e compondo meu absurdo.
O escuro não me aflige mais... se não tenho estrelas fico apenas com os vendavais. Se nem o vento aqui passar, fico apenas com o silêncio a me silenciar.
Não temo mais a boca seca, nem as mãos cruzadas, nem ao arrepio que me chega em horas desesperadas. Ajoelho-me e me entrego ao exílio de minhas palavras.
Escrito por Danielly Medeiros às 22h03
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Envenenarei minha saudade Com um cálice de amargo fel para matar esta saudade que descrevo em um pedaço de papel.
Envenenarei minhas lembranças com um cálice transbordando de esperanças para que morram esperando no tempo e na distância.
Envenenarei minha dor com um cálice de doce veneno para aliviar o sofrimento que habita em meu peito.
Envenenarei o amor que sinto em um cálice de vinho tinto brindando a morte de um sentimento que há muito vem me ferindo.
Brindemos ...cálice de veneno, mato a mim mesmo, envenenando estes sentimentos.
Escrito por Danielly Medeiros às 21h45
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Minha dor é fogo que se alastra, carruagem carregada de medo, brasa ardente que não se apaga.
Minha dor é aperto no peito feito peso do aço chicotadas nas costas de cabeça pra baixo.
Dor que se propaga, que me enlaça... que me enrosca como roseira de espinhos sem rosas.
Minha dor é flecha lançada no peito, estaca cravada na alma, ferida sangrenta no castigo de minhas horas.
Escrito por Danielly Medeiros às 21h35
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Não reconheço meu olhar... Que a muito tempo se perdeu, Nas curvas de uma estrada... Nas encruzilhadas do meu eu.
Desconheço-me Diante deste espelho... Face de alguém oprimido, Face de alguém em desespero.
Não me reconheço mais, me esqueço, Sinto-me só... Um espantalho da meia noite Um punhado de pó.
Um ser omisso, sem voz. Que não amanheceu com A luz frouxa do nascer do sol.
Eu anoiteci, me esqueci... Guardando-me para as estrelas Não me reconheço mais... Sou o fantasma da lua cheia.
Escrito por Danielly Medeiros às 22h32
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Mãos no rosto, Como quem esconde o desgosto Dos dias cinzentos, do lodo, De uma mente presa, Que pensa o tempo todo.
Solidão que me desatenta, Tornando-me mais sonolenta Almejando sonhos de uma alma sedenta Por mais lucidez e clareza. Pensativa... Alimentando-me de incertezas.
Boca entre aberta... Palavras dispersas, Fagulhas de pensamentos De uma vida que tem pressa
O que me resta Nesta tarde sem entregas? Pensamentos que me acompanham No espectro de uma fresta.
Pensativa... Olhando da janela, Vendo o dia partir com tanta pressa, Deixando-me em sentinela, Pensando em cada dia Que a vida me leva.
Escrito por Danielly Medeiros às 21h59
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Dor e solidão formam minha vida injusta O que eu sou Um ser maldito excluído da natureza e da sociedade De minha família Sem amigos Sem alma Sem conseqüências Sem pensamentos Sem responsabilidades Sem impulsos Sem amor Sem coração Sem vida; Sou apenas mais uma pessoa num mundo injusto Onde nada nem ninguém me entende Minha família me despreza e me critica Sou apenas mais um brinquedo de dor Um brinquedo sem utilidade Minha doença emocional não é compreendida Minha alma não é bem querida Meus olhos são vazados de dor Minha boca sangra e chora sem a doce morte Que me deixou em prantos sem solução Aqui estou Aqui sou Vermes me desejam Abutres me esperam para o jantar A terra, maldita terra me suga para si E nada nem ninguém me entende além de um mísero boneco de pano Que até parece ser muito feliz, mas é apenas sua boca mal desenhada Mas ele também não tem ninguém para lhe confortar Aqui nós dois estamos Aqui nós dois morremos Nessa vida injusta e maldita.
Escrito por Danielly Medeiros às 20h55
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Não era tanto... Mas não cabia no peito Era mais que pranto com lágrimas e olhos vermelhos Assim pelo meu desespero, Por despetalar o que fora inteiro A dor era o amargo lenitivo Era fronteira que dividia os sentidos... E unificava os versos como música Ah! Se aquela estação fosse a última! Se não houvesse tantas após Se o tempo não fosse meu próprio algoz Quando a noite findava a loucura Adormecia em Sol menor e despertava com a Lua Seguia os áureos ventos que insinuavam as veredas Era um peregrino das paisagens serenas Mas se aproximava o temporal e o cataclismo Agora a brisa é vendaval, e ascensão é declínio Via o vão abissal que fragmentava minha alma Eu já não era imortal como imaginava Assim como o palco vazio de um teatro Meu espírito num monólogo e... fim do primeiro ato! Resta-me o império devastado, E uma esperança em ruínas Que antes da noite chegar, Tu me levarás a vida Agora... sou constelação de uma estrela Sei que não é o momento..Mas desculpe minha tristeza.
Escrito por Danielly Medeiros às 20h47
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Os dias estão mais longos Tá difícil respirar agora Sinto que já não estou aqui Sinto muito frio tenho medo... tenho ódio... Uma revolta e ao mesmo tempo Um remorso... de não poder voltar atrás Está feito e nada, Absolutamente nada vai mudar isso... Perder a ilusão foi apenas o começo, Mas o que viria a acontecer Agora, já nunca pude imaginar... Ou se quer sonhar... está escrito... Está consumado... as marcas em meu corpo... São somente para me lembrar... Que não foi um sonho... isso é real... Um espelho que me mostra verdadeiramente Como eu sou... isso dói... muito... Uma dor que nem todas as palavras Deste mundo poderia descrever... Nunca acreditei em destino... Mas o que presenciei... Me mostra que não posso fugir... Do que esta reservado para mim... Que assim seja.
Escrito por Danielly Medeiros às 20h33
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Cinzenta manhã de inverno Aguça o cheiro de paz Traz conforto ao ser preso atrás dos vitrais Singular sentimento Me deprime ao extremo Nostalgia me domina Dilacera meu peito Meu coração agora sangra Minha alma se despedaça Num segundo, sou luz resplandecente No outro, só cinzas da tristeza Ultra-romantismo crônico Intrínseco desejo mórbido O mal-do-século me fez assim De repente me fecho e morro Transpiro a solidão dos mortos Nas sombras caio em devaneio Moribundo nos braços da Deusa Minguante e soturno, desvaneço Sou uma estranha dentre os vivos Uma árvore retorcida pelo tempo Espírito perdido na névoa Espectro num cemitério maldito Sou o choro da criança O desespero num funeral Sou o último suspiro A melancolia fatal Sou lágrima que escorre Sou brisa que beija a face A viajante que não retorna Sou o semblante da saudade Transpiro a solidão dos mortos Do teu olhar ainda lembro Transpiro a solidão dos mortos Por que fostes tão cedo?
Escrito por Danielly Medeiros às 22h00
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Nada a dizer Apenas vá, Sem olhar o que deixou Não olhe pra trás Pois não deixastes nada Apenas o meu corpo, Sem vida, Fria, Vazia, Pálida, Morta. Não há mais vida, Portanto, vá. Não lembre de mim, Não sofras assim Também me deixe ir Já é hora de eu partir Agora nada resta Além do meu corpo Ao chão jogado Pelos lobos, sendo arrastado; Nessa noite fria e sombria Aos poucos vejo Anjos, todos eles negros... Abraçam-me forte Levam-me à morte De hoje e do passado, Aos braços dos tais anjos eu vou Anjos frios Cheios de pensamentos e amores vazios... Ainda está ai? Vá agora! Não insistas em ficar, Pois a culpa poderá levar Pela minha morte, Jaz que não foste tu Que minha vida tirou E sim, o que me desesperava a cada instante... Aquele louco, insano, e desgraçado amor.
Escrito por Danielly Medeiros às 21h37
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Lágrimas cruéis Queimam minha alma Lágrimas cruéis Acompanham meus lamentos Dias e noites eu sofri Ouvindo choros, canções tristes Várias pessoas eu vi Mortas para o sol, acorrentadas na dor As noites foram piores. Rios de lágrimas quentes Escorrendo pelas estradas das angústias Turvando o brilho da lua Então eu que assistia tudo chorei Chorei pelos homens, pela humanidade Chorei pelas crianças e meu coração sangrou Sangrou até morrer de dor, chorei... Minha alma ficou perdida, Neste mundo de horrores Minha alma morreu para o sol Está acorrentada em todas as dores.
Escrito por Danielly Medeiros às 18h52
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Como dói saber que você não me quer... Sentir que meu amor, nada significa para você... Que seu toque jamais terei... E que seus lábios, jamais beijarei... Por que a vida é tão cruel?? Por que não posso ter você?? Se sem você, já não posso mais viver... Ó Deus, não me deixe mais sofrer... Presentei-me com o amor... O amor da pessoa que nunca me olhou.
Escrito por Danielly Medeiros às 18h38
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