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My World


Solidão é espaço vago no coração,
não tem fundo, nos afunda no abismo
da escuridão, é vazio cheio de despeito,
um buraco no peito, um deserto de amplidão.

Solidão é um silêncio medonho,
do tamanho do próprio ser, que enche
a alma muitas vezes sem um porquê.

Solidão é como um barco naufragado,
sem um porto para ancorar, que vagueia
sem rumo, perdido em alto mar.

Solidão é caminhar conversando com
própria sombra refletida, e na loucura
de cada passo saber que esta sombra
tem vida.

Solidão é chuva fina em dias de frio,
é observar da vidraça os pingos caindo
até se formarem um rio.

Solidão não tem chão,
não tem fundo,
é buraco profundo
criado no coração.

Solidão é flor sem perfume,
céu sem mar,
mar sem ondas,
noite sem luar,
é rastro desmanchado pelo vento
de um pássaro que já não pode
mais voar.



Escrito por Danielly Medeiros às 22h58
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Beijei os lábios da noite
Sentenciando minha pena
e como testemunha eu tinha
somente as estrelas.

Lábios que profanaram
em beijos que me ardiam
sem dizer nenhuma palavra
apenas me possuíam.

Naquela noite eu sabia
que os beijos da noite eram passageiros
como a luz do dia

Eram lábios
vagos na escuridão
covardes e arredios
que beijavam e traiam
sem pedirem perdão.

Lábios traiçoeiros,
eu já sabia
que me negarias como um Judas
antes que clareasse o dia.



Escrito por Danielly Medeiros às 22h42
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Saudade aprisionada
neste peito tão cansado
Setes chaves não te libertam
e te condenam ao passado.

Neste canto onde choras
ninguém sabe
Ninguém vê
Não tem preces, nem promessas
que te façam esquecer.

Saudade aprisionada,
nesta cela do meu ser!
As recordações te deram vida eterna
e jamais irás morrer
.



Escrito por Danielly Medeiros às 22h32
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Não temo mais...
os fantasmas que me perseguem.
Eles já fazem parte das minhas noite e tardes.
Convivem comigo em meu cárcere.
Fazem-me companhia
em dias de nuvens negras onde
o sol não brilha.

Na lama, onde atolo minhas poesias,
escureço meu olhar, perco minha alegria,
confesso em meus versos as tristezas dos meus dias

Não temo mais ao confrontar-me comigo,
já me vejo no espelho como assombração
admito...
ser um ser abatido, meio sem cor,
pálido e ferido.

Vou ficando fria...
sem emoções..neste meu vazio.
No oco do meu mundo
vou desfilando letras e compondo
meu absurdo.

O escuro não me aflige mais...
se não tenho estrelas fico apenas
com os vendavais.
Se nem o vento aqui passar, fico apenas
com o silêncio a me silenciar.

Não temo mais a boca seca,
nem as mãos cruzadas,
nem ao arrepio que me chega
em horas desesperadas. Ajoelho-me
e me entrego ao exílio de minhas palavras.




Escrito por Danielly Medeiros às 22h03
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Envenenarei minha saudade
Com um cálice de amargo fel
para matar esta saudade que
descrevo em um pedaço de papel.

Envenenarei minhas lembranças
com um cálice transbordando
de esperanças para que morram
esperando no tempo e na distância.

Envenenarei minha dor
com um cálice de doce veneno
para aliviar o sofrimento que habita
em meu peito.

Envenenarei o amor que sinto
em um cálice de vinho tinto
brindando a morte de um sentimento
que há muito vem me ferindo.

Brindemos ...cálice de veneno,
mato a mim mesmo,
envenenando estes sentimentos.



Escrito por Danielly Medeiros às 21h45
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Minha dor é fogo que se alastra,
carruagem carregada de medo,
brasa ardente que não se apaga.

Minha dor é aperto no peito
feito peso do aço
chicotadas nas costas
de cabeça pra baixo.

Dor
que se propaga,
que me enlaça...
que me enrosca
como roseira de espinhos sem rosas.

Minha dor é
flecha lançada no peito,
estaca cravada na alma,
ferida sangrenta
no castigo de minhas horas.



Escrito por Danielly Medeiros às 21h35
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Não reconheço meu olhar...
Que a muito tempo se perdeu,
Nas curvas de uma estrada...
Nas encruzilhadas do meu eu.

Desconheço-me
Diante deste espelho...
Face de alguém oprimido,
Face de alguém em desespero.

Não me reconheço mais, me esqueço,
Sinto-me só...
Um espantalho da meia noite
Um punhado de pó.

Um ser omisso, sem voz.
Que não amanheceu com
A luz frouxa do nascer do sol.

Eu anoiteci, me esqueci...
Guardando-me para as estrelas
Não me reconheço mais...
Sou o fantasma da lua cheia.



Escrito por Danielly Medeiros às 22h32
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Mãos no rosto,
Como quem esconde o desgosto
Dos dias cinzentos, do lodo,
De uma mente presa,
Que pensa o tempo todo.

Solidão que me desatenta,
Tornando-me mais sonolenta
Almejando sonhos de uma alma sedenta
Por mais lucidez e clareza.
Pensativa...
Alimentando-me de incertezas.

Boca entre aberta...
Palavras dispersas,
Fagulhas de pensamentos
De uma vida que tem pressa

O que me resta
Nesta tarde sem entregas?
Pensamentos que me acompanham
No espectro de uma fresta.

Pensativa...
Olhando da janela,
Vendo o dia partir com tanta pressa,
Deixando-me em sentinela,
Pensando em cada dia
Que a vida me leva.



Escrito por Danielly Medeiros às 21h59
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Dor e solidão formam minha vida injusta

O que eu sou

Um ser maldito excluído da natureza e da sociedade

De minha família

Sem amigos

Sem alma

Sem conseqüências

Sem pensamentos

Sem responsabilidades

Sem impulsos

Sem amor

Sem coração

Sem vida;

Sou apenas mais uma pessoa num mundo injusto

Onde nada nem ninguém me entende

Minha família me despreza e me critica  

Sou apenas mais um brinquedo de dor

Um brinquedo sem utilidade

Minha doença emocional não é compreendida

Minha alma não é bem querida

Meus olhos são vazados de dor

Minha boca sangra e chora sem a doce morte

Que me deixou em prantos sem solução

Aqui estou

Aqui sou

Vermes me desejam

Abutres me esperam para o jantar

A terra, maldita terra me suga para si

E nada nem ninguém me entende além de um mísero boneco de pano

Que até parece ser muito feliz, mas é apenas sua boca mal desenhada

Mas ele também não tem ninguém para lhe confortar

Aqui nós dois estamos

Aqui nós dois morremos

Nessa vida injusta e maldita.

 



Escrito por Danielly Medeiros às 20h55
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Não era tanto... Mas não cabia no peito

Era mais que pranto com lágrimas e olhos vermelhos

Assim pelo meu desespero,

Por despetalar o que fora inteiro

A dor era o amargo lenitivo

Era fronteira que dividia os sentidos...

E unificava os versos como música

Ah! Se aquela estação fosse a última!

Se não houvesse tantas após

Se o tempo não fosse meu próprio algoz

Quando a noite findava a loucura

Adormecia em Sol menor e despertava com a Lua

Seguia os áureos ventos que insinuavam as veredas

Era um peregrino das paisagens serenas

Mas se aproximava o temporal e o cataclismo

Agora a brisa é vendaval, e ascensão é declínio

Via o vão abissal que fragmentava minha alma

Eu já não era imortal como imaginava

Assim como o palco vazio de um teatro

Meu espírito num monólogo e... fim do primeiro ato!

Resta-me o império devastado, E uma esperança em  ruínas

Que antes da noite chegar, Tu me levarás a vida

Agora... sou constelação de uma estrela

Sei que não é o momento..Mas desculpe minha tristeza.

 

 

 



Escrito por Danielly Medeiros às 20h47
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Os dias estão mais longos

Tá difícil respirar agora

Sinto que já não estou aqui

Sinto muito frio

tenho medo... tenho ódio...

Uma revolta e ao mesmo tempo

Um remorso... de não poder voltar atrás

Está feito e nada,

Absolutamente nada vai mudar isso...

Perder a ilusão foi apenas o começo,

Mas o que viria a acontecer

Agora, já nunca pude imaginar...

Ou se quer sonhar... está escrito...

Está consumado... as marcas em meu corpo...

São somente para me lembrar...

Que não foi um sonho... isso é real...

Um espelho que me mostra verdadeiramente

Como eu sou... isso dói... muito...

Uma dor que nem todas as palavras

Deste mundo poderia descrever...

Nunca acreditei em destino...

Mas o que presenciei...

Me mostra que não posso fugir...

Do que esta reservado para mim...

Que assim seja.

 



Escrito por Danielly Medeiros às 20h33
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Cinzenta manhã de inverno

Aguça o cheiro de paz

Traz conforto ao ser

preso atrás dos vitrais

Singular sentimento

Me deprime ao extremo

Nostalgia me domina

Dilacera meu peito

Meu coração agora sangra

Minha alma se despedaça

Num segundo, sou luz resplandecente

No outro, só cinzas da tristeza

Ultra-romantismo crônico

Intrínseco desejo mórbido

O mal-do-século me fez assim

De repente me fecho e morro

Transpiro a solidão dos mortos

Nas sombras caio em devaneio

Moribundo nos braços da Deusa

Minguante e soturno, desvaneço

Sou uma estranha dentre os vivos

Uma árvore retorcida pelo tempo

Espírito perdido na névoa

Espectro num cemitério maldito

Sou o choro da criança

O desespero num funeral

Sou o último suspiro

A melancolia fatal

Sou lágrima que escorre

Sou brisa que beija a face

A viajante que não retorna

Sou o semblante da saudade

Transpiro a solidão dos mortos

Do teu olhar ainda lembro

Transpiro a solidão dos mortos

Por que fostes tão cedo?

 



Escrito por Danielly Medeiros às 22h00
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Nada a dizer

Apenas vá,

Sem olhar o que deixou

Não olhe pra trás

Pois não deixastes nada

Apenas o meu corpo,

Sem vida,

Fria,

Vazia,

Pálida,

Morta.

Não há mais vida,

Portanto, vá.

Não lembre de mim,

Não sofras assim

Também me deixe ir

Já é hora de eu partir

Agora nada resta

Além do meu corpo

Ao chão jogado

Pelos lobos, sendo arrastado;

Nessa noite fria e sombria

Aos poucos vejo

Anjos, todos eles negros...

Abraçam-me forte

Levam-me à morte

De hoje e do passado,

Aos braços dos tais anjos eu vou

Anjos frios

Cheios de pensamentos e amores vazios...

Ainda está ai?

Vá agora!

Não insistas em ficar,

Pois a culpa poderá levar

Pela minha morte,

Jaz que não foste tu

Que minha vida tirou

E sim, o que me desesperava a cada instante...

Aquele louco, insano, e desgraçado amor.

 

 

 



Escrito por Danielly Medeiros às 21h37
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Lágrimas cruéis

Queimam minha alma

Lágrimas cruéis

Acompanham meus lamentos

 

Dias e noites eu sofri

Ouvindo choros, canções tristes

Várias pessoas eu vi

Mortas para o sol, acorrentadas na dor

 

As noites foram piores.

Rios de lágrimas quentes

Escorrendo pelas estradas das angústias

Turvando o brilho da lua

 

Então eu que assistia tudo chorei

Chorei pelos homens, pela humanidade

Chorei pelas crianças e meu coração sangrou

Sangrou até morrer de dor, chorei...

 

Minha alma ficou perdida,

Neste mundo de horrores

Minha alma morreu para o sol

Está acorrentada em todas as dores.

 



Escrito por Danielly Medeiros às 18h52
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Como dói saber que você não me quer...

Sentir que meu amor, nada significa para você...

Que seu toque jamais terei...

E que seus lábios, jamais beijarei...

Por que a vida é tão cruel??

Por que não posso ter você??

Se sem você, já não posso mais viver...

Ó Deus, não me deixe mais sofrer...

Presentei-me com o amor...

O amor da pessoa que nunca me olhou.



Escrito por Danielly Medeiros às 18h38
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